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Eu
Idade: 29 anos Rio de Janeiro - RJ Branco, pobre e suburbano ao seu dispor. E-mail: Aqui! Redondezas ● A vida não é um filme ● Big Bosta Brasil ● Blog do Vela ● Caixa de Sapato ● Conversas Furtadas (Novo) ● Conversas Furtadas ● Copy & Paste ● Defenestrando ● Despropaganda ● É de cagar! ● Eu não estou me divertindo ● Homem é tudo palhaço ● Leis de Murphy ● Ninguém lê esta porcaria ● Renato para Senador ● Sem Juízo ● Te dou um dado? ● Um Segredinho Outros Últimos Textos
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Quinta-feira, Fevereiro 12, 2009 Porque a copa do meu trabalho vive lotada de gente a toa. Do segurança que segura a maquina de café a faxineira que revira a vida alheia. Fazendo com que qualquer um que se aproxime, tenha que se desviar como se estivesse numa prova das "Olimpíadas do Faustão" Ao avistar esta cena, uma colega de trabalho disse:"Não, já chega! É todo dia! Vamos passar um do lado do outro, sem esta de sair do caminho deles". E eu: "Com certeza. Mas sem esta de descambar pro social! A gente sempre perde a razão..." Ela: "certo!" Eu:"E ainda vamos andar nos abraçando e cantando aquela musica: "caminhada"." Ela: "hein?" Eu: "ah, falei "caminhada"? Não, era "andança"!" ... I'm back. Até quando eu não sei. Mas quem manda aqui sou eu mesmo, não é verdade?! :-) Quinta-feira, Dezembro 13, 2007 Ah, caramba! Tá bem. Eu assumo. Eu gosto, dentre outros estilos musicais, de brega! Pronto, felizes? Pois é, tudo isso porque eu não agüento mais que fiquem me enchendo o saco quando eu escuto José Augusto com “Sábado” ou Placa Luminosa com “Fica Comigo”. Mas se pensarmos bem, este conceito de brega é muito relativo. Todas as músicas que eu escuto outrora já fizeram um baita sucesso, viviam nas paradas *, e hoje são discriminadas apenas por não conterem palavras que rimam com piroga, raimunda e afins. Basta lembrarmos do refrão: "Um abajur cor de carne, o lençol azul, cortinas de seda e seu corpo nu...” Hã? Não conhece? Mentira. Quer enganar quem, rapaz? Qualquer pessoa que tenha mais de vinte e poucos/trinta e poucos anos conhece. Duvida? Então que tal: “Hey, ê ô ê ô, me chama que eu vou...” Pois é, especificamente no ano da música acima (1990), quando eu tinha 10 anos e era ainda mais puro (tsc!) que hoje em dia, nada mais na moda que os homens usarem calças largas com estampas chamativas, as mulheres saia rodada que terminava muito cedo com um top que começava muito tarde e sairem dançando e rebolando nas festas ao som da lambada. Todo mundo fazia, ou ao menos todos os seus conhecidos. Quem nunca passou por um período de gosto duvidoso que atire a primeira pedra. (In)Felizmente, no caso do dono do blog este período duvidoso continua. E me deixem em paz que um dia passa. Afinal, “tudo passa, tudo passará...”. Provavelmente daqui a algum tempo, neste ritmo alucinado que anda o mundo, nossos filhos aos 10 anos de idade quando ouvirem “Tati quebra barraco” nos chamarão de caretas pois o que a canção diz eles já fazem desde os 5 anos. “Que coisa brega e ultrapassada!”. Tudo uma questão de ponto de vista. *Bons tempos do Viva a Noite, Cassino do Chacrinha, Globo de Ouro, Perdidos na Madrugada e até do recente, porém “matusaleico”, Rei Majestade. Segunda-feira, Dezembro 10, 2007 O QUE HOUVE COM O UNIVERSO????? Sério... O QUE HOUVE??? Nunca acreditei muito em inferno astral, mas este ano realmente algo acontece no cosmo que está influenciando a minha vida. Faltando menos de 1 mês para o meu aniversário, dois concursos foram adiados, perdi meu emprego (mas o recuperei em seguida), levei um pé na bunda, meu pagamento atrasou e sou perseguido pela música “dança do créu”, onde quer que eu vá toca esta pérola, até no consultório da minha dentista! Aliás, dançar isto é uma coisa que as pessoas nunca verão eu fazer. Uma porque é contra os meus princípios (podem me chamar de antiquado, mas eu sou do tempo em que a tv ainda não era digital e o Corinthians jogava na 1ª divisão!) e outra pela incapacidade física. Como mencionei acima, meu aniversário tá chegando e eu não fico a cada dia mais novo, ao contrário. Provavelmente depois de uns 5 minutos da “dança do créu” em velocidade máxima eu sairia de lá com LER na pelve, quiçá uma artrose. O que não é nada agradável pra quem deseja constituir família algum dia... Quinta-feira, Dezembro 06, 2007 Muito estranha esta história do doping da nadadora Rebeca Gusmão, não? Dizem as más línguas que o De Rose queria comê-la mas ela logo retrucou: "Que isso! Eu sou espada!" Enfim... Quarta-feira, Dezembro 05, 2007 Rapidinha do ônibus: - Então, estava fazendo as contas hoje pela manhã. Percebi que se o Flamengo tivesse ganho todas as partidas do campeonato brasileiro, ele seria campeão! Rapidinha no restaurante: - O ano passou rápido. - Verdade. Mas, que dia começa dezembro mesmo? - No dia 1º. - ... Quer coisa melhor que escutar conversa alheia em local público? Tem coisas que nem mastercard... Sábado, Novembro 24, 2007 Estava angustiado com a crescente necessidade de escrever aqui no blog. Um motivo para tal, e que me vem a cabeça também agora, é que durante muito tempo o blog foi minha válvula de escape. Não que eu coloque aqui todas as mazelas ou acontecimentos relevantes da minha vida (isso não é um diário!), mas eu acho que de certa forma, mesmo que inconscientemente, acabamos por depositar em cada texto um pouco da gente, das nossas esperanças e frustrações, de como nos comportamos e agimos em nossas vidas e etc. No blog eu posso libertar minhas idéias sem constrangimentos ou comportamentos padrões que são exigidos para uma boa convivência social. Não, eu não sou anarquista, não grito por Fidel ou Chavez e nem visto camisa do Che. Mas aqui eu posso expor o que penso sem maiores preocupações, a não ser a do feedback entre mim e a pessoa que lê/comenta. Ou não. Que papo chato...Me deu até sono. Mas eu precisava. Espero que eu consiga sustentar este meu antigo vício por um bom período. Namastê. Segunda-feira, Setembro 26, 2005 "A fidelidade não é um sentimento e sim uma opção" Esta foi a frase que ouvi hoje de um conhecido. O fato é que depois fiquei pensando nisto e percebi que pode ter um fundo de razão realmente. Começar um namoro (ou qualquer outro relacionamento) é uma escolha. Namoros e casamentos na cultura ocidental são relações monogâmicas (ou deveriam ser hehe) logo, ao escolher namorar/casar com alguém subentende-se que vc aceitou ser fiel com a sua escolha. Escolheu a fidelidade. Achei interessante pois sempre pensei que a fidelidade vinha imbutido com o amor, carinho e amizade, ou seja, era um sentimento ou parte de algum deles. Aquela sensação de plenitude onde você está bem e feliz com a pessoa ao seu lado e que mesmo as várias tentações que aparecem não são suficientes para que esqueçamos disto. Prefiro acreditar que a princípio você realmente a escolhe mas que é ratificada depois com um sentimento, seja ele qual for, partilhado entre os dois. É meio utópico ou, quem sabe, romântico demais, eu sei disso, mas quer saber? E daí? |
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